• Aline Guimarães

Dependência Afetiva


Rogers, Wood, O’Hara e Fonseca (1951/1992) acreditavam que o self (ou personalidade) era formado através da tendência atualizante e da convivência da criança com os pais, onde estão suas primeiras relações. Logo, o self acaba se formando sob o olhar que estes depositam nele, e desenvolve de maneira natural a necessidade de consideração positiva (ou necessidade de aceitação).

A personalidade dependente tem como característica o comportamento de prestar cuidados ao parceiro de maneira repetitiva e desprovida de controle. Logo, como consequência, surge de uma necessidade difusa e excessiva de ser cuidado, leva às atitudes de submissão, apego e a temores de separação.

Essas reações vão sendo construídas desde a formação da criança, através do ato de experienciar e registrar, como parte de sua personalidade, suas vivências. Isto foi o que Rogers et al. (1951/1992) chamaram de Tendência atualizante, e acaba que a noção desta, está atrelada à concepção de homem como um processo constante de abertura às possibilidades.

Em suma, a construção deste artigo (http://pepsic.bvsalud.org/pdf/rnufen/v7n2/a04.pdf) volta o olhar para esse construto doente ou incongruente que o self de um dependente afetivo se põe a registrar, uma vez que receber cuidado e afeto durante a infância é fundamental para que os indivíduos se desenvolvam com segurança e proteção. No entanto, quando esse afeto não é registrado de maneira segura, mas sim distorcida, o indivíduo torna-se apagado, submetendo-se somente às reações e posições do outro quanto sua imagem.

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Aline Pinheiro Macedo Guimarães

Psicóloga

CRP-10/05285

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